URUGUAI SE CLASSIFICA PARA A COPA DE 2010 NA ÁFRICA DO SUL


Festa uruguaia após o gol de Abreu

Foi sofrido, com contornos de drama, mas o Uruguai empatou nesta quarta-feira com a Costa Rica por 1 a 1, no estádio Centenário, e garantiu a última vaga para a Copa do Mundo de 2010. "El Loco" Abreu marcou para os uruguaios, que haviam vencido o jogo de ida da repescagem, fora de casa, por 1 a 0. Centeno anotou para os costa-riquenhos, que lutaram até o fim, mas não conseguiram a virada.

A partida foi cheia de tensão. Houve algumas jogadas ríspidas de parte a parte, com a conivência do árbitro suíço Massimo Busacca (o juiz não poderia ser sul-americano ou da Concacaf, regiões de Uruguai e Costa Rica). No segundo tempo, com a partida em 1 a 1, os reservas da Costa Rica brigaram com policiais no banco de reservas.

Com o resultado, o Uruguai retorna à Copa do Mundo depois de ficar ausente em 2006. O técnico René Simões, por sua vez, falhou na tentativa de chegar a seu segundo Mundial (levou a Jamaica à Copa de 1998 e buscava repetir a dose no comando da Costa Rica).

Fonte: Globo.com
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PORTUGAL SE CLASSIFICA PARA A COPA DE 2010 NA ÁFRICA DO SUL


Jogadores portugueses comemoram classificação à Copa do Mundo de 2010

A seleção portuguesa não sentiu nem um pouco o desfalque do craque Cristiano Ronaldo e, com autoridade, derrotou a Bósnia por 1 a 0, fora de casa, e se garantiu na Copa de 2010. Os lusitanos, que já haviam vencido a partida de ida da repescagem europeia para o torneio por 1 a 0 no último sábado, chegam ao seu quinto Mundial (disputaram anteriormente as edições de 1966, 1986, 2002 e 2006).

A classificação teve um sabor especial para o técnico Carlos Queiroz. Ele era o comandante de Portugal nas eliminatórias para Copa do Mundo de 1994. Na época, a equipe da Terrinha perdeu a chance de ir aos EUA ao ser derrotada pela Itália por 1 a 0 em jogo válido pela última rodada do grupo 1.

Fonte: Globo.com
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GRÉCIA SE CLASSIFICA PRA A COPA DE 2010 NA ÁFRICA DO SUL


Os jogadores comemoram o gol de Salpingidis, que colocou a Grécia na Copa

Fora da Copa do Mundo desde 1994, a Grécia está de volta ao Mundial na África do Sul: nesta quarta-feira, a seleção grega venceu a Ucrânia por 1 a 0, em Donetsk, e garantiu vaga na repescagem da Europa. Na ida, houve empate de 0 a 0.

O gol grego foi marcado por Dimitrios Salpingidis, aos 31 do primeiro tempo. A classificação compensa o vexame da Grécia em 2006, quando ficou fora da Copa na Alemanha após ter sido campeã da Eurocopa em 2004.

Em sua única participação em Mundiais, a seleção grega fez feio: foi a última colocada do Grupo D da Copa de 1994, com três derrotas, dez gols sofridos e nenhum marcado, contra Nigéria, Bulgária e Argentina.

Depois do empate em Atenas por 0 a 0, a Grécia precisava marcar fora de casa para ter vantagem contra a Ucrânia. E conseguiu aos 31 minutos: Salpingidis recebeu lançamento entre os zagueiros, em posição legal, e tocou na saída do goleiro Pyatov.

No segundo tempo, a equipe de Shevchenko ainda tentou pressionar os gregos em Donestk. O empate com gols dava a vaga aos visitantes, por causa do gol marcado fora de casa. O goleiro Tzorvas fez defesas importantes em chutes de Milevskiy e Aliyev, salvando a Grécia.

Fonte: Globo.com
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ESLOVÊNIA SE CLASSIFICA PARA A COPA DE 2010 NA ÁFRICA DO SUL


Zlatko Dedic comemora muito o gol que classificou a Eslovênia para a Copa do Mundo

A Eslovênia foi a segunda colocada no Grupo 3, com 20 pontos, ficando atrás da Eslováquia, com 22. A presença na África do Sul será a segunda em mundiais da Eslovênia. Em 2002, após eliminar a Romênia, a seleção do leste europeu caiu no Grupo B. Não pontuou contra Espanha, Paraguai e os próprios Bafana Bafana e terminou na lanterna.
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FRANÇA SE CLASSIFICA PARA A COPA DE 2010 NA ÁFRICA DO SUL

Henry ajeita a bola com a mão.
A França está na Copa de 2010, mas graças a uma enorme ajuda do juiz e à malandragem de Thierry Henry. O árbitro sueco Martin Hansson ignorou um toque de mão claro do atacante do Barça no lance que originou o gol dos Bleus no empate de 1 a 1 com a Irlanda, nesta quarta-feira, em Paris.

O resultado, alcançado somente no fim do primeiro tempo da prorrogação, garantiu a 13ª participação da atual vice-campeã mundial na competição mais importante do futebol no planeta. Na partida de ida, realizada em Dublin, os franceses haviam vencido por 1 a 0 com um gol de Anelka.

Fonte:Globo.com
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ARGÉLIA SE CLASSIFICA PARA A COPA 2010 NA ÁFRICA DO SUL


Em um jogo cercado de rivalidade e tensão, a Argélia derrotou o Egito por 1 a 0, nesta quarta-feira, em Omdurman, no Sudão, e garantiu a última vaga africana para a Copa do Mundo de 2010. O duelo entre os dois países do norte da África foi válido pelo jogo de desempate do Grupo C das eliminatórias do continente.

Com a classificação, a Argélia volta a disputar uma Copa do Mundo após 24 anos ausente. Sua última participação foi em 1986, quando ficou em último lugar no Grupo 4, o mesmo do Brasil. Os egípcios, por sua vez, seguem fora do torneio. A última participação dos atuais campeões africanos foi em 1990, na Itália.

Os outros representantes da África na Copa de 2010 são a anfitriã África do Sul, Gana, Costa do Marfim, Camarões e Nigéria.

Fonte: Globo.com
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NIGÉRIA SE CLASSIFICA PARA A COPA 2010

A Nigéria tornou-se o quarto país africano classificado para a Copa do Mundo. Com direito a emoção total para ter a vaga. Os nigerianos venceram Quênia por 3 a 2 neste sábado, fora de casa, e contaram com a derrota da Tunísia por 1 a 0 para Moçambique para ficarem com a liderança do Grupo B.

Apenas uma seleção de cada chave vai para 2010. Anfitriã do Mundial, a África do Sul já estava garantida. Depois, Gana (Grupo D) e Costa do Marfim (Grupo E) asseguraram a vaga. Com os resultados deste sábado, a Nigéria ficou em primeiro do Grupo B com 12 pontos, contra 11 da Tunísia.
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CAMARÕES ESTÁ NA COPA DO MUNDO 2010


Eto'o estará na Copa do Mundo de 2010

Camarões é a quinta seleção africana classificada para o Mundial. Anfitriã do Mundial, a África do Sul já estava garantida. Depois, Gana (Grupo D), Costa do Marfim (Grupo E) e Nigéria (Grupo B) asseguraram um lugar. O continente terá seis representantes em 2010. Egito e Argélia decidirão o último classificado em um jogo extra na próxima quarta-feira, no Sudão.

Nas últimas eliminatórias, Camarões foi eliminado de forma traumática e ficou fora da Copa. Em casa, a equipe de Eto’o precisava da vitória contra o Egito para ir à Alemanha, mas ficou no 1 a 1. Para desespero da torcida e jogadores, Wome desperdiçou uma cobrança de pênalti nos acréscimos. Esta será o sexto Mundial de Camarões, que já jogou o torneio da Fifa em 1982, 1990, 1994, 1998 e 2002.

Até agora, 26 países já estão no Mundial: Brasil, Argentina, Paraguai, Chile, México, Estados Unidos, Honduras, Holanda, Espanha, Inglaterra, Alemanha, Dinamarca, Sérvia, Itália, Eslováquia, Suíça, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Japão, Austrália, Gana, Costa do Marfim, Nigéria, Camarões, Nova Zelândia e a anfitriã África do Sul.

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NOVA ZELÂNDIA CLASSIFICADA PARA COPA DO MUNDO 2010


Rory Fallon (14), comemora com seus companheiros o gol que deu a classificação para a Nova Zelândia

Depois de 28 anos de espera a Nova Zelândia voltará a disputar uma Copa do Mundo. A classificação da seleção neozelandesa, primeira colocada da Oceania, para o Mundial da África do Sul, no ano que vem, veio neste sábado com a vitória de 1 a 0 sobre o Bahrein, quinto da Ásia, no Westpac Stadium, em Wellington. No primeiro jogo da respecagem das eliminatórias, no Bahrein, houve empate de 0 a 0.

Neste sábado( 14de Novembro de 2009), os neozelandeses abriram o marcador aos 45 minutos de jogo, por intermédio de Rory Fallon. No segundo tempo, a seleção da casa recuou para garantir o resultado, e o Bahrein, que nunca disputou uma Copa, teve a seu favor um pênalti aos cinco minutos como a sua melhor chance. Mas o goleiro Mark Paston acabou defendendo a cobrança de Sayed Mohamed.

A única vez em que a seleção da Oceania disputou uma Copa foi na Espanha, em 1982, quando fez parte do grupo do Brasil comandado por Telê Santana e foi eliminada na primeira fase. Antes de serem derrotados na última partida da primeira fase pela seleção de Zico, Sócrates, Júnior, Falcão e Éder por 4 a 0, os neozelandeses perderam por 5 a 2 para os escoceses e de 3 a 0 para União Soviética.

Fonte: Globoesporte.com
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ESTÁDIO GREEN POINT NA CIDADE DO CABO PRONTO PARA A COPA 2010


Estádio Green Point terá sua capacidade reduzida em 10 mil lugares após a Copa do Mundo

Palco de oito jogos da Copa do Mundo de 2010, o estádio Green Point, na Cidade do Cabo, está recebendo os últimos ajustes antes de ser finalizado. Ele será liberado para inspeção já no mês de dezembro, quando haverá encontro da Fifa na cidade (o sorteio dos grupos da primeira fase da Copa, no dia 4, será o carro-chefe).

Para cumprir o prazo, a equipe de trabalho tem atuado até mesmo à noite. Restam poucos detalhes nas obras do entorno do Green Point, assim como em seu interior. As visitas à parte de dentro do estádio estão proibidas para a imprensa até a inauguração. Mas a crença local é de que a data de apresentação seja respeitada.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/
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CUIABÁ NA COPA DO MUNDO DE 2014

Cuiabá
Maquete do estádio José Fragelli - Verdão em Cuiabá - Mato Grosso - capacidade 42.500 pessoas.
Cuiabá
Maquete do estádio José Fragelli - Verdão em Cuiabá - Mato Grosso - capacidade 42.500 pessoas.
Cuiabá é a capital do estado brasileiro de Mato Grosso. O município está situado às margens do rio de mesmo nome, na sua margem esquerda, e forma uma conurbação com o município de Várzea Grande. Segundo a estimativa realizada em 2008 pelo IBGE, a população de Cuiabá é de 544.737 habitantes, enquanto que a população da conurbação ultrapassa os 780 mil habitantes.

Fundada em 1719, ficou praticamente estagnada desde o fim das jazidas de ouro até o início do século XX. Desde então, apresentou um crescimento populacional acima da média nacional, atingindo seu auge nas décadas de 1970 e 1980.

Nos últimos 15 anos, o crescimento diminuiu, acompanhando a queda que ocorreu na maior parte do país. Hoje, além das funções político-administrativas, é o pólo industrial, comercial e de serviços do estado. É conhecida como "cidade verde", por causa da grande arborização.

Toponímia

Há várias versões para a origem do nome "Cuiabá". Uma delas diz que o nome tem origem na palavra Bororo ikuiapá, que significa "lugar da ikuia" (ikuia: flecha-arpão, flecha para pescar, feita de uma espécie de cana brava; pá: lugar). O nome designa uma localidade onde os bororos costumavam caçar e pescar com essa flecha, no córrego da Prainha, afluente da esquerda do rio Cuiabá. Outra explicação possível é a de que Cuiabá seria uma aglutinação de kyyaverá (que em guarani significa "rio da lontra brilhante") em cuyaverá, depois cuiavá e finalmente cuiabá.

Uma terceira hipótese diz que a origem da palavra está no fato de existirem árvores produtoras de cuia à beira do rio, e que "Cuiabá" seria "rio criador de vasilha" (cuia: vasilha e abá: criador). Martius traduz o vocábulo como "fabricante ou fazedor de cuias". Teodoro Sampaio interpreta, duvidando da origem tupi, como "homem da farinha", o farinheiro. De cuy: farinha e abá: homem. Há ainda outras versões menos embasadas historicamente, que mais se aproximam de lenda do que de fatos. O certo é que até hoje não se sabe com certeza a origem do nome.

História

Os primeiros indícios de bandeirantes paulistas na região onde hoje fica cidade datam de entre 1673 e 1682, quando da passagem de Manoel de Campos Bicudo pela região. Ele fundou o primeiro povoado da região, onde o rio Coxipó deságua no Cuiabá, batizado de São Gonçalo.

Em 1718, chega ao local, já abandonado, a bandeira do sorocabano Pascoal Moreira Cabral. Em busca de indígenas, Moreira Cabral sobe pelo Coxipó, onde trava uma batalha, perdida, com os índios coxiponés. Com o ocorrido, voltam e, no caminho, encontram ouro. Deixam, então, a captura de índios para se dedicar ao garimpo. Pascoal Moreira foi eleito, em uma eleição direta, em plena selva, em 1719, comandante da região de Cuiabá.

Em 8 de abril de 1719, Pascoal assina a ata da fundação de Cuiabá no local conhecido como Forquilha, às margens do Coxipó, de forma a garantir os direitos pela descoberta à Capitania de São Paulo. A notícia da descoberta se espalha e a imigração para a região torna-se intensa.

Em outubro de 1722, índios escravos de Miguel Sutil, também bandeirante sorocabano, descobrem às margens do córrego da Prainha grande quantidade de ouro, maior que a encontrada anteriormente na Forquilha. O afluxo de pessoas torna-se grande e até a população da Forquilha muda-se para perto desse novo achado. Em 1723, já está erguida a igreja matriz dedicada ao Senhor Bom Jesus de Cuiabá, onde hoje é a basílica.

Já em 1726, chega o capitão-general governador da Capitania de São Paulo, Rodrigo César de Menezes, como representante do Estado português na cobrança de imposto. Em 1º de janeiro de 1727, Cuiabá é elevada à categoria de vila, com o nome de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá.

Tem-se muito confundido a fundação do arraial da Forquilha por questões ideológicas. Estudos historiográficos há muito já traçam a diferença entre uma e outra fundação, alegando-se que 1° de janeiro seria a data de elevação do arraial da Forquilha à categoria de vila, o que é um dissenso, pois não se pode fundar um município num lugar que só viria a ser descoberto anos depois. Porém, a data de 8 de abril se firmou enquanto data do município, desejosa de ser a primeira do oeste brasileiro. Logo, contudo, as lavras mostraram-se menores que o esperado, o que acarretou um abandono de parte da população.

Cuiabá foi elevada à condição de cidade em 17 de setembro de 1818, tornando-se a capital da então província de Mato Grosso em 28 de agosto de 1835 (antes a capital era Vila Bela da Santíssima Trindade). Mas, mesmo a mudança da capital para o município não é suficiente para impulsionar o desenvolvimento. Com a Guerra do Paraguai, Mato Grosso é invadido. Várias cidades são atacadas, mas as batalhas não chegam à capital. A maior baixa se dá com uma epidemia de varíola trazida pelos soldados que retomaram dos paraguaios o município de Corumbá. Metade dos cerca de 12 mil habitantes morre infectada.

Somente após a Guerra do Paraguai e o retorno da navegação pelas bacias dos rios Paraguai, Cuiabá e Paraná é que o município se desenvolve economicamente. A economia esteve nesse período baseada na cana-de-açúcar e no extrativismo. Esse momento produtivo não duraria muito e o município volta a ficar estagnado, desta vez até 1930. A partir dessa data, o isolamento é quebrado com as ligações rodoviárias com Goiás e São Paulo e a aviação comercial. A explosão no crescimento se dá depois da década de 1950, com a transferência de Capital Federal e o programa de povoamento do interior do país.

Nas décadas de 1970 e 1980, o município cresce muito, mas os serviços e a infra-estrutura não se expandem com a mesma rapidez. O agronegócio se expande pelo estado e o município começa a se modernizar e se industrializar. Depois de 1990, a taxa de crescimento populacional diminui e o turismo começa a ser visto como fonte de renda. Com quase 530 mil habitantes, o município convive com o trânsito tumultuado, a violência crescente, a falta de saneamento básico e a desigualdade social.

Geografia

Vista de Cuiabá a partir do rio Cuiabá.Cuiabá faz limite com os municípios de Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Santo Antônio do Leverger, Várzea Grande, Jangada e Acorizal. É um entroncamento rodoviário-aéreo-fluvial e o centro geodésico da América do Sul, nas coordenadas 15°35'56",80 de latitude sul e 56°06'05",55 de longitude oeste. Situado na atual praça Pascoal Moreira Cabral, foi determinado por Marechal Cândido Rondon, em 1909 (o correto ponto do centro geodésico já foi contestado, mas cálculos feitos pelo Exército Brasileiro confirmaram as coordenadas do marco calculadas por Rondon).

Vegetação

O município é cercado por três grandes ecossistemas: a amazônia, o cerrado e o pantanal; está próximo da Chapada dos Guimarães e ainda é considerado a porta de entrada da floresta amazônica. A vegetação predominante no município é o cerrado, desde suas variantes mais arbustivas até as matas mais densas à beira dos cursos d'água.

Hidrografia

Cuiabá é abastecida pelo rio Cuiabá, afluente do Rio Paraguai e limite entre a capital e Várzea Grande. O município se encontra no divisor de águas das bacias Amazônica e Platina e é banhado também pelos rios Coxipó-Açu, Pari, Mutuca, Claro, Coxipó, Aricá, Manso, São Lourenço, das Mortes, Cumbuca, Suspiro, Coluene, Jangada, Casca, Cachoeirinha e Aricazinho, além de córregos e ribeirões.

Clima

O clima é tropical quente e úmido. As chuvas se concentram de setembro à abril, enquanto que no resto do ano as massas de ar seco sobre o centro do Brasil inibem as formações chuvosas. Nesses meses são comuns a chegada de frentes frias vindas do sul do país, deixando o clima Frio e úmido. Quando essas frentes se dissipam, o calor, associado à fumaça produzida pelas constantes queimadas nessa época, faz a umidade relativa do ar cair a níveis baixos, às vezes abaixo dos 15%, aumentando os casos de doenças respiratórias. A precipitação média anual de 1.469,4 mm, com intensidade máxima em janeiro, fevereiro e março. A temperatura máxima média chega a 34,1ºC, mas as máximas absolutas chegam a mais de 40ºC. A mínima média em julho, o mês mais frio, é de 16,0ºC. E segundo o INMET(1961-1990) a menor temperatura registrada foi de 3,3ºC em 18 de julho de 1975 e a maior de 42,1ºC em 16 de outubro de 2008.

Relevo

O quadro geomorfológico do município é, em grande parte, representado pelo Planalto da Casca e pela Depressão Cuiabana. Predominam os relevos de baixa amplitude com altitudes que variam de 146 a 250 metros na área da própria cidade.

Economia

A economia de Cuiabá, hoje, está centralizada no comércio e na indústria. No comércio, a representatividade é varejista, constituída por casas de gêneros alimentícios, vestuário, eletrodomésticos, de objetos e artigos diversos. O setor industrial é representado, basicamente, pela agroindústria. Muitas indústrias, principalmente aquelas que devem ser mantidas longe das áreas populosas, estão instaladas no Distrito Industrial de Cuiabá (DIICC), criado em 1978. Na agricultura, cultivam-se lavouras de subsistência e hortifrutigranjeiros.

O município, com um PIB de 6,67 bilhões de reais em 2005, de acordo com o IBGE, respondeu por 21,99% do total do PIB estadual, ocupando a primeira posição no ranking. No mesmo ano o PIB per capita. PIB esteve acima dos 10.000 reais,superando o PIB per capita de outras capitais como Campo Grande e Goiânia.

Cuiabá gera boa parte da energia elétrica consumida pelo estado. Próxima ao Distrito Industrial, funciona a Usina Termelétrica de Cuiabá. Concluída em 2002 e abastecida com gás natural boliviano, através de um ramal do Gasoduto Brasil-Bolívia, ela tem potência instalada de 480 MW, respondendo, em 2005, por 23,13%, do total da potência instalada do estado.

Demografia

Sua população estimada em 2008 foi de 544.737 habitantes. O número de eleitores em maio de 2008 era de 368.751, representando 18,596% do total de eleitores do estado.

O município viveu tranqüilamente até a década de 1960, quando um fluxo de imigrantes começou a vir para o estado, principalmente nas décadas de 1970 e 1980. Nesse período, a população passou de 57.860 habitantes em 1960 para 100.865 em 1970, 213.151 em 1980, 402.813 em 1991 e 483.346 em 2000, perfazendo 19,3% da população total do estado.

Atualmente já existe um projeto para a criação da região metropolitana de Cuiabá,com o objetivo de desenvolver integradamente os municípios do vale do rio Cuiabá,que,com exceção da capital e de Várzea Grande,permaneceram estagnados econômicamente devido a proximidade com o maior centro urbano do estado.

História - A atual capital Mato-Grossense foi fundada em 8 de abril de 1719 pelos bandeirantes Pascoal Moreira Cabral e Miguel Sutil, às margens do Córrego da Prainha, devido à descoberta de ouro nas, mais tarde denominadas, "Lavras do Sutil". Abundante, este ouro atraía povoadores provenientes tanto da Europa como dos estabelecimentos agrícolas do litoral do país. Com isso, um pequeno arraial foi se formando. Em 1º de janeiro de 1727, Cuiabá é elevada à vila passando a se chamar Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá e elevada à cidade em 17 de setembro de 1818 tornando-se Capital do Estado em 28 de agosto de 1835.

Fundada em 1719, ficou praticamente estagnada desde o fim das jazidas de ouro até o início do século XX. Desde então, apresentou um crescimento populacional acima da média nacional, atingindo seu auge nas décadas de 1970 e 1980.

Caminhando para completar 300 anos de fundação, Cuiabá só despontou para o crescimento a partir da década de 70. A cidade está entre as capitais com as maiores taxas de crescimento no País. A população mescla povos de todas as regiões, em especial da região sudeste e sul do Brasil. A cidade é uma das capitais brasileiras que apresentam melhor qualidade de vida.

Cuiabá, Centro Geodésico da América do Sul, ao lado de Várzea Grande, é a sua passagem para o maravilhoso santuário ecológico do Pantanal, a fascinante Chapada dos Guimarães, os surpreendentes e misteriosos vales do Araguaia, do Guaporé e Amazônia. Como corredor de acesso rodoviário para a região Norte e Amazônia Legal, a Cidade Verde proporciona encantamento através da sua gente receptiva, sua culinária, artesanato e um pouco da história de "desbravamento" do interior do Brasil.

A cidade é quente por natureza, mas o calor humano é mais forte. Apesar da alta temperatura, todos vivem felizes e aproveitam bastante as belas cachoeiras aos arredores. Quem quer que venha para cá, se apaixona... Como Capital de Mato Grosso, Cuiabá está privilegiada com sua localização próxima ao Pantanal Mato-grossense (90 quilômetros) e Chapada dos Guimarães (50 quilômetros).

A população cuiabana em si é muito hospitaleira. Essa é a marca registrada de um povo que está sempre pronto para ajudar quem quer que seja, sem cobrar. O cuiabano genuíno é honesto, amigável e guerreiro apesar de ser festeiro e muitos têm a tendência à boêmia. Daí o porque de a vida noturna ser uma das mais atrativas e badaladas da região Centro-Oeste. Dezenas de casas noturnas oferecem programas variados. A vida noturna cuiabana é uma das melhores do País.

A bebida típica cuiabana é o guaraná ralado. A cultura tradicional inclui as danças de rasqueado, cururu e siriri além da festa de São Benedito. A culinária inclui cardápio de peixes como Pacu, Pintado, Cachara e Dourado, "Maria Isabel" (carne seca com arroz) e farofa de banana.
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COPAS DO MUNDO DE FUTEBOL: HISTÓRIA DAS COPAS

A Copa do Mundo, ou Campeonato Mundial de Futebol, é um torneio de futebol masculino realizado a cada quatro anos pela FIFA. Começou em 1930, com a vitória da seleção do Uruguai. No primeiro mundial, não havia torneio eliminatório, e os países foram convidados para o torneio. Nos anos de 1942 e 1946, a Copa não ocorreu devido à Segunda Guerra Mundial. O Brasil possui a seleção com mais títulos mundiais, o único país pentacampeão e o único a ter vencido o torneio fora do seu continente. É também o único país a ter participado de todos os Campeonatos, fato de pouca relevância pois as eliminatórias sulamericanas são muito fáceis e a Seleção Brasileira de futebol nunca boicotou uma copa. Segue-se a seleção tetracampeã da Itália, a única tetracampeã, a única tricampeã Alemanha, as bicampeãs Argentina e Uruguai e, por fim, as seleções da Inglaterra e da França, com um único título.

A Copa do Mundo é o segundo maior evento desportivo do mundo, ficando atrás apenas dos Jogos Olímpicos. É realizada a cada quatro anos, tendo sido sediada pela última vez em 2006 na Alemanha, com a Itália como campeã, ficando a França em segundo lugar, o país organizador a Alemanha em terceiro e Portugal em quarto. Em 2010, será na África do Sul e em 2014, o Brasil será o país sede, conforme anúncio da FIFA no dia 30 de outubro de 2007. As últimas três Copas do Mundo tiveram 32 participantes, o que provavelmente será mantido para as próximas Copas.

As primeiras competições internacionais

O primeiro amistoso internacional de futebol foi jogado em 1872, entre a Inglaterra e Escócia, num momento em que o esporte era raramente praticado fora da Grã-Bretanha. No final do século XIX o futebol começou a ganhar mais adeptos, e por isso se tornou um esporte de demonstração (sem disputa de medalhas) nos Jogos Olímpicos de Verão de 1900, 1904 e 1906, até se tornar uma competição oficial nos Jogos Olímpicos de Verão de 1908. Organizada pela Football Association, era um evento para jogadores amadores, e na época não foi considerado uma real competição, mas sim um mero espetáculo. A seleção amadora da Inglaterra foi a campeã nas duas edições, 1908 e 1912.

Em 1914 a FIFA reconheceu o torneio olímpico como uma "competição global de futebol amador", tomando para si a responsabilidade em organizá-lo. Com isso na edição de 1924 houve a primeira disputa de futebol intercontinental. O Uruguai foi o campeão nas duas edições, 1924 e 1928. Em 28 de Maio de 1928 a FIFA tomou a decisão de fazer a competição em separado, não sendo mais um esporte dos Jogos Olímpicos de Verão. Para celebrar o centenário da independência do Uruguai em 1930 foi-se decidido que a sede da competição seria no país sul-americano, no mesmo ano.

A primeira Copa do Mundo oficial

Só treze seleções participaram da primeira Copa, sete da América Latina (Uruguai, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Peru), quatro da Europa (Bélgica, França, Iugoslávia e Romênia) e duas da América do Norte (México e EUA) Muitas seleções européias desistiram da competição devido à longa e cansativa viagem pelo Oceano Atlântico.

As duas primeiras partidas da Copa ocorreram simultaneamente, sendo vencidas pela França e EUA, que venceram a México por 4 a 1 e a Bélgica por 3 a 0, respectivamente. O primeiro gol em Copas do Mundo foi marcado pelo jogador francês Lucien Laurent. A final foi entre o Uruguai e a Argentina, tendo os uruguaios vencido o jogo por 4 a 2, no Estádio Centenário, em Montevidéu, com um público estimado de 93 mil espectadores. O artilheiro deste torneio foi o argentino Guillermo Stábile.

Crescimento

Os problemas que atrapalhavam as primeiras edições do torneio eram as dificuldades da época para uma viagem intercontinental. Nas Copas de 1934 e 1938, realizadas na Europa, houve uma pequena participação dos países sul-americanos. Só a seleção brasileira esteve presente nessas duas edições.(Algumas seleções sulamericanas boicotaram o copa de 1938 que, de acordo com o rodízio, deveria ser na américa). Já as edições de 1942 e 1946 foram canceladas devido à Segunda Guerra Mundial.

A Copa do Mundo de 1950 foi a primeira a ter participantes britânicos. Eles tinham se retirado da FIFA em 1920, por se recusarem a jogar com países que tinham guerreado recentemente e por um protesto da influência estrangeira no [futebol, já que o esporte era uma "invenção" britânica e esses países consideravam que o mesmo tinha sido deturpado pelo modo de jogar estrangeiro. Contudo, eles voltariam a ser membros da FIFA em 1946. O torneio também teve a volta da participação do Uruguai, que tinha boicotado as duas edições anteriores.

Nas Copas de 1934 até 1978 havia 16 seleções classificadas para a fase final (exceto nos raros casos onde houve desistência). A maioria era da América Latina e Europa, com uma pequena minoria da África, Ásia e Oceania. Essas seleções normalmente não passavam da primeira fase, sendo facilmente derrotadas (com exceção da Coréia do Norte, que chegou às quartas-de-final em 1966).

A fase final foi expandida para 24 seleções em 1982, e 32 em 1998, permitindo que mais seleções da África, Ásia e América do Norte pudessem participar. Nos últimos anos esses novos participantes têm conseguido se destacar mais, como Camarões chegando as quartas-de-final em 1990 e Coréia do Sul, Senegal e EUA passando às quartas-de-final em 2002, ainda com a Coréia do Sul chegando ao quarto lugar.

Troféu

De 1930 a 1970 a Taça Jules Rimet era dada aos campeões de cada edição. Inicialmente conhecida como Taça do Mundo ou Coupe du Monde (em francês), foi renomeada em 1946 em homenagem ao presidente da FIFA responsável pela primeira edição do torneio, em 1930. Em 1970, com a terceira vitória da seleção brasileira a mesma ganhou o direito ter a posse permanente da taça. Contudo, ela foi roubada da sede da CBF em dezembro de 1983, e nunca foi encontrada. Acredita-se que os ladrões a tenham derretido.

Depois de 1970 uma nova taça, chamada Troféu da Copa do Mundo FIFA ou FIFA World Cup Trophy (em Inglês), foi criada. Diferentemente da Taça Jules Rimet, ela não irá para qualquer seleção, independente do número de títulos. Argentina, Alemanha, Brasil e Itália são os maiores ganhadores dessa nova taça, com dois títulos cada um. Ela só será trocada quando a placa em seu pé estiver totalmente preenchida com os nomes dos campeões de cada edição, o que só ocorrerá em 2038.

Formato

Desde a segunda edição do torneio, em 1934, eliminatórias têm sido feitas para diminuir o tamanho da fase final. Elas são disputadas nas seis zonas continentais da FIFA (África, Ásia, América do Norte e América Central e Caribe, Europa, Oceania e América do Sul) organizadas por suas respectivas confederações. Antes de cada edição do torneio a FIFA decide quantas vagas cada zona continental terá direito, levando em conta fatores como número de seleções e força de cada confederação. O lobby dessas confederações por mais vagas também costuma ser bastante comum.

As eliminatórias podem começar três anos antes da fase final, e duram um pouco mais que dois anos. O formato de cada eliminatória difere de acordo com cada confederação. Normalmente uma ou duas vagas são reservadas para os ganhadores dos play-offs internacionais. Por exemplo, o campeão da eliminatória da Oceania e o quinto colocado da América do Sul disputaram um play-off para decidir quem ficaria com a vaga da fase final Copa do Mundo de 2006.[6] Da Copa de 1938 para cá os campeões de cada edição eram automaticamente classificados para a próxima Copa, sem precisar passar pelas suas eliminatórias. Contudo, a partir da edição de 2006 o campeão é obrigado a se classificar normalmente como qualquer outra seleção. O Brasil, vencedor em 2002, foi o primeiro campeão a ter que disputar uma eliminatória para a Copa seguinte.[7]. Hoje apenas o país sede está automaticamente classificado.

Fase final

A fase final do torneio tem 32 seleções competindo por um mês no país anfitrião. A fase final é dividida em duas fases: a fase de grupos e a fase do mata-mata, ou eliminatória.

Na primeira fase (grupos) as seleções são colocadas em oito grupos de quatro participantes. Oito seleções são a cabeça-de-chave de cada grupo (as seleções consideradas mais fortes) e as outras são sorteadas. Desde 1998 o sorteio é feito com que nunca duas seleções européias e mais que uma seleção da mesma confederação fiquem no mesmo grupo. Na fase de grupos cada seleção joga uma partida contra as seleções de seu grupo, e as duas que mais pontuarem se classificam para a fase do mata-mata. Desde 1994 a vitória numa partida vale três pontos, o empate um e a derrota nenhum. Antes, cada vitória valia dois pontos.

A fase de mata-mata é uma fase de eliminação rápida. Cada seleção joga apenas uma partida em cada estágio da fase (oitavas-de-final, quartas-de-final, semi-final e final) e a vencedor passa para o próxima estágio. Em caso de empate no tempo normal a partida é levada para a prorrogação e se o empate persistir há a disputa de pênaltis. As duas seleções eliminadas da semi-final fazem um jogo antes da final para decidirem o terceiro e quarto lugar.

Escolha das sedes

Nas primeiras edições as sedes eram escolhidas em encontros nos congressos da FIFA. As escolhas eram sempre polêmicas devido a longa viagem da América do Sul à Europa (e vice-versa), as duas grande potências futebolísticas da época (e ainda hoje). A decisão da primeira Copa ser no Uruguai, por exemplo, levou à participação de apenas quatro seleções da Europa. As duas Copas seguintes foram na Europa. A decisão de sediar a Copa do Mundo de 1938 na França foi outra grande polêmica, já que os países americanos desejavam um sistema rotativo de sedes. Ou seja, uma edição na Europa e a seguinte na América do Sul. Como a Copa de 1934 tinha sido na Itália, a sede da edição de 38 teria que ser teoricamente na América do Sul, o que de fato não ocorreu. Isso fez com que tanto o Uruguai e a Argentina boicotassem o torneio.

Após a Segunda Guerra Mundial para evitar qualquer tipo de boicote ou controvérsia a FIFA adotou o padrão de rotacionar as sedes entre a América e a Europa, que foi usado até a Copa do Mundo de 1998. A edição de 2002, que teve como sede tanto Japão quanto Coréia do Sul foi a primeira sediada fora desses dois continentes. Já a edição de 2010 será a primeira na África, mais precisamente na África do Sul.

Em 30 de Novembro de 2007 foi decidido que a Copa do Mundo de 2014 será no Brasil. As cidades sedes dos jogos serão definidas em dezembro de 2008. Atualmente, 18 cidades estão na disputa e entre 10 e 12 serão escolhidas. O sistema de escolha da sede evoluiu ao longo dos tempos, sendo hoje escolhido pela comitê executivo da FIFA, seis anos antes da Copa.

Cobertura dos meios de comunicação

A primeira Copa do Mundo a ser televisionada foi a edição de 54. Hoje o evento é a competição esportiva mais assistida em todo o mundo, ultrapassando os Jogos Olímpicos. A audiência total da Copa do Mundo de 2002 foi estimada em 2.800 bilhões de telespectadores, sendo que 1.100 bilhões assistiram à partida final. O sorteio, que decidiu a distribuição das seleções nos grupos foi acompanhada por mais de 300 milhões de pessoas. Cada Copa do Mundo têm como símbolo uma mascote. Willie foi o primeiro, em 1966. As mascotes da Copa do Mundo de 2006 foram Goleo, um leão, e Pille, uma bola de futebol.

Cobertura no Brasil

No Brasil, a única emissora de TV aberta que detém os direitos de transmissão é a Rede Globo. Desde 2002, a emissora carioca exibe o evento de forma exclusiva. Na TV por assinatura, os canais como Sportv, ESPN Brasil, e BandSports exibem a Copa. A primeira Copa a ser transmitida pela TV foi a de 1954, porém as imagens eram em preto e branco. Também no Brasil, outras emissoras da TV aberta exibiram o evento como a Rede Bandeirantes(1970 - 1998), Rede Record(1982 - 1998), o SBT (1986 - 1998), a Rede Manchete (1986 - 1998) e a TV Cultura (1974 - 1982).

Curiosidades
  • Maior vitória: Hungria 9-0 Coréia do Sul, 1954; Iugoslávia 9-0 Zaire, 1974; Hungria 10-1 El Salvador, 1982.
  • Jogador com maior número de gols numa partida: Oleg Salenko, com cinco gols no jogo Rússia - Camarões na Copa do Mundo de 1994.
  • Gol mais rápido: Hakan Şükür, onze segundos, Turquia - Coréia do Sul, 2002.
  • Maior número de Copas: Antonio Carbajal (México, 1950-1966) e Lothar Matthäus (Alemanha Ocidental e Alemanha, 1982-1998), cinco.
  • Maior número de jogos: Lothar Matthäus (Alemanha Ocidental e Alemanha, 1982-1998), 25.
  • Maior número de gols em Copas do Mundo: Ronaldo (Brasil, 1994-2006), 15.
  • Maior número de gols numa única edição: Just Fontaine, 13, 1958.
  • Jogador mais velho a marcar: Roger Milla, 42 anos e 39 dias, Camarões - Rússia, 1994.
  • Gol contra mais rápido: Fabrizio Graklhia, 3 minutos e 27 segundos, Polonia - Romenia Copa do mundo de 1978
  • Jogador mais jovem a marcar: Pelé, 17 anos e 239 dias, Brasil - País de Gales, 1958.
  • Maior seqüência de vitórias: Brasil, onze (sete em 2002 e quatro em 2006).
  • Maior seqüência de vitórias de um treinador: Luiz Felipe Scolari, onze no total (sete em 2002 pelo Brasil e quatro em 2006 por Portugal).
  • Goleiro que permaneceu mais tempo sem sofrer gols: Zenga da Itália com 517 minutos (1990)
  • Jogador com mais minutos em campo: Matthaus, meia da Alemanha com 2093 minutos (1982/86/90/94 e 98)
  • Jogadores presentes em mais Copas do mundo: Carbajal, goleiro do México (1950/54/58/62 e 66) e Matthaus, meia da Alemanha (1982/86/90/94 e 98)
  • País campeão mais vezes: Brasil (1958/62/70/94 e 2002)
  • Jogadores que marcaram mais gols em uma única partida: Schiaffino, atacante do Uruguai (Uruguai 8 x 0 Bolívia em 1950 com 5 gols) e Salenko, atacante da Rússia (Rússia 6 x 1 Camarões em 1994, com 5 gols)
  • Único jogador a marcar gols em todas as partidas de uma Copa, da estréia ao jogo final: Jairzinho, atacante do Brasil (1970, 6 gols em 6 jogos)
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MANAUS NA COPA DE 2014

A cidade de Manaus
Vista Interna da Maquete do Estádio Vivaldão
Maquete do Estádio VivaldãoMaquete do Estádio Vivaldão
Maquete do Estádio Vivaldão
Vistã aérea da Cidade de Manaus
Maquete do Estádio Vivaldão
Centro Cultural Palácio Rio Negro
Vista de Manaus
Praia de Ponta Negra
Centro cultural Povos da Amazônia
Maquete do estádio Vivaldão em Manaus - Amazonas - capacidade 50.000 pessoas.

Banhada pelo magnífico Rio Negro, Manaus é o portão de entrada para a maior floresta tropical do planeta. Capital do Estado do Amazonas, a cidade guarda um extraordinário estoque de recursos naturais, representado por 20% da reserva de água doce do mundo, um banco genético de inestimável valor e grandes jazidas de minérios, gás e petróleo.

Manaus surgiu na segunda metade do século XVII, com a construção do Forte de São José da Barra, cuja finalidade era proteger a região contra a invasão estrangeira.

Em 1832 foi denominada Vila da Barra. Em 24 de outubro de 1848 foi elevada à categoria de cidade da Barra do Rio Negro. Somente em 04 de setembro de 1856, foi denominada de Manaus, em homenagem à nação indígena dos Manaós o mais importante grupo étnico habitante da região.

A capital amazonense foi uma das primeiras cidades brasileira a contar com luz elétrica, galerias pluviais, tratamento de águas e esgotos e serviço de bondes elétricos. Em 1909, Manaus passou a abrigar a primeira instituição de ensino superior do País brasileira, hoje chamada Universidade Federal do Amazonas, que contribui decisivamente para a formação de cidadãos e o desenvolvimento da Amazônia.

Há mais de 100 anos, no auge do ciclo econômico da borracha foi construído o Teatro Amazonas que surpreendeu o mundo com seu luxo, requinte e beleza arquitetônica. É o principal patrimônio cultural arquitetônico do Amazonas. Esse templo de arte retomou seu apogeu com a realização do Festival Amazonas de Ópera e com a apresentação em seu palco de espetáculos clássicos e populares de dança, música e teatro de artistas locais, nacionais e internacionais.

Características

Ano de Criação: 1848

Lei de criação: Em 24 de outubro de 1848, a já denominada Vila de Manaós é elevada à categoria de cidade por força da lei nº 145, deste mesmo ano, batizada agora de Cidade da Barra do Rio Negro.

Toponímia: O topônimo Manaus originou-se de uma tribo indígena que primitivamente dominava o Vale do Rio Negro, a qual pertenceu o legendário guerreiro Ajuricaba.

Gentílico: manauense ou manauara

Contagem da População 2007 : 1.646.602

Densidade (hab/km2): 144,42

Área (Km2): 11.401,1

Código do Município: 1302603



Fonte: http://www.manauscopa2014.com/
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COPA DO MUNDO DE 1958 NA SUÉCIA

COPA DO MUNDO DE 1958 NA SUÉCIAPoster da Copa do Mundo de 1958 na SuéciaBRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo.BRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo.

Pela primeira vez, os habitantes do país-sede, a Suécia, podem assistir aos jogos ao vivo pela TV. A Copa é disputada de 8 a 29 de junho. O Brasil é campeão pela primeira vez, sob o comando de Pelé e Garrincha, gênios que haviam começado a competição no banco de reservas. O jogo mais difícil da seleção é contra o retrancado time de País de Gales, nas quartas-de-final: 1 a 0, com gol de Pelé no segundo tempo. Nas semifinais, a forte seleção da França, famosa por seu poder ofensivo, é goleada por 5 a 2, naquela que é considerada a final antecipada. Na decisão de fato, com camisas azuis, o Brasil goleia a Suécia, também por 5 a 2. O francês Fontaine termina a competição com 13 gols, tornando-se até hoje o maior artilheiro em uma edição de Copa do Mundo.


Seleções participantes: 16

1. Alemanha Ocidental
2. Argentina
3. Áustria
4. Brasil
5. Escócia
6. França
7. Hungria
8. Inglaterra
9. Irlanda do Norte
10. Iugoslávia
11. México
12. País de Gales
13. Paraguai
14. Suécia
15. Tchecoslováquia
16. URSS

Delegação Brasileira na Suécia
Os brasileiros encantaram o mundo com uma seleção de craques, cujas principais estrelas eram Pelé e Garrincha. Além deles, o Brasil contava com grandes jogadores como Gilmar, Djalma Santos, Nilton Santos, Zito, Didi, Vavá, Zagalo. Na véspera o jogo final chovia muito em Estocolmo, e os brasileiros temiam que o campo pesado prejudicasse o jogo mais técnico dos brasileiros. Porém, em uma demonstração de fair-play, os suecos haviam coberto totalmente o campo com lonas. O jogo começou com a Suécia abrindo o marcador logo aos 4 minutos, porém o Brasil não se abateu e empatou logo depois com Vavá aos 9 minutos. Vavá ainda desempataria aos 32 minutos. No segundo tempo os brasileiros sacramentaram a vitória com gols de Pelé (10 e 45 minutos) e Zagalo (13 minutos). O placar final foi de 5x2.

TABELA DA COPA

Grupo A

Irlanda do Norte 1 x 0 Tchecoslováquia
Alemanha Ocidental 3 x 1 Argentina
Argentina 3 x 1 Irlanda do Norte
Alemanha Ocidental 2 x 2 Tchecoslováquia
Argentina 1 x 6 Tchecoslováquia
Alemanha Ocidental 2 x 2 Irlanda do Norte

Irlanda do Norte 2 x 1 Tchecoslováquia (Jogo-desempate)


Grupo B

Iugoslávia 1 x 1 Escócia
França 7 x 3 Paraguai
Paraguai 3 x 2 Escócia
Iugoslávia 3 x 2 França
França 2 x 1 Escócia
Iugoslávia 3 x 3 Paraguai

Grupo C

Suécia 3 x 0 México
País de Gales 1 x 1 Hungria
País de Gales 1 x 1 México
Suécia 2 x 1 Hungria
Suécia 0 x 0 País de Gales
Hungria 4 x 0 México

Grupo D

Brasil 3 x 0 Áustria
URSS 2 x 2 Inglaterra
URSS 2 x 0 áustria
Brasil 0 x 0 Inglaterra
Inglaterra 2 x 2 Áustria
Brasil 2 x 0 URSS

URSS 1 x 0 Inglaterra (Jogo-desempate)

QUARTAS-DE-FINAL

Suécia 2 x 0 URSS
Alemanha Ocidental 1 x 0 Iugoslávia
França 4 x 0 Irlanda do Norte
Brasil 1 x 0 País de Gales

SEMIFINAIS

Brasil 5 x 2 França
Suécia 3 x 1 Alemanha Ocidental

DISPUTA DE 3º LUGAR

França 6 x 3 Alemanha Ocidental

JOGO FINAL (29 de Junho de 1958)

Brasil 5 x 2 Suécia

Estádio: Rasunda (Etocolmo)
Juiz: Maurice Guigue (França)
Público: 49.737 pessoas
Gols da suécia: Liedholm (4 -1º), Simonsson (34- 2º)
Gols do Brasil: Vavá (4 e 32 -1º), Pelé (10 e 45-2º) e Zagallo (23-2º)
BRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo.
SUÉCIA: Svensson, Bergmark, Axbom, Börjesson e Gustavsson; Parling e Hamrin; Gren, Simonsson, Liedholm e Skoglund.

Artilheiro: Fontaine – 13 gols (França)

Curiosidades da Copa do Mundo 1958

Como Brasil e Suécia têm uniforme amarelo, houve sorteio para ver que jogaria com a vestimenta principal na final. A seleção brasileira tinha como chefe da delegação Paulo Machado de Carvalho, que era mestre na motivação dos jogadores, o qual atendeu o telefone para saber o resultado do sorteio. Ao receber a notícia de que o Brasil havia perdido o sorteio, Paulo Machado de Carvalho não titubeou e gritou na frente dos jogadores "era isso que eu queria, jogar de azul, vamos ganhar!".

Após a vitória do Brasil sobre a Suécia na final, o capitão Bellini recebeu a taça e as atenções de todos que queriam fotografá-la. Então, Bellini ergueu a taça do mundo sobre sua cabeça, de modo que todos a pudessem fotografar. Nascia assim o famoso gesto, que desde então vem sendo repetido pelos campeões ao logo dos anos.

A Copa da Suécia foi a primeira a ser televisionada. Mais de setenta países acompanharam o evento. Estádios e uma equipe competitiva foram construídos especialmente para a Copa da Suécia. De acordo com o revezamento a Copa de 1958 deveria ser feita na América do Sul, mas a FIFA decidiu manter na Europa mais uma Copa, sob protestos dos países sul-americanos.

53 países disputaram as eliminatórias e, pela primeira vez, seleções da Ásia e da África participaram do torneio classificatório. Nove seleções da Ásia e África disputaram uma vaga. A seleção de Israel quase se classifica para a Copa sem jogar um jogo. Turquia e Sudão se recusaram a jogar com a equipe de Israel e a Indonésia se recusou a jogar em solo israelense. Entretanto, uma regra determinava que nenhuma equipe poderia se classificar sem ter jogado nenhum jogo. Um confronto direto intercontinental com Gales (segundo do Grupo 4 da UEFA) determinaria a equipe classificada. Gales venceu os dois jogos por 2 a 0 e o sonho de uma equipe da Ásia ou da África na Copa do Mundo foi adiado.

Poucos meses antes da Copa o avião que transportava diversos jogadores do Manchester United caiu em Munique. O Manchester United era base da seleção inglesa.

Desta vez a melhor equipe venceu. E finalmente a taça do mundo é do Brasil. Destacaram-se Didi, Garrincha e sobretudo o jovem Pelé, o mais novo jogador a vencer uma Copa do Mundo com dezessete anos e oito meses quando o Brasil conquistou a Copa de 1958.

A mística camisa 10 de Pelé é fruto da desorganização. Os dirigentes não enviaram a numeração da camisa dos jogadores e coube a FIFA escolher e eternizar a camisa 10 para Pelé, reserva na ocasião.

A seleção brasileira de 1958 é considerada a melhor seleção nacional de todos os tempos por vários especialistas, superando inclusive o time canarinho de 1970. Nunca o Brasil perdeu um jogo quando estavam em campo Pelé e Garrincha. E eles, assim como Didi, Zagallo, Zito, Vavá e Djama Santos fizeram a diferença para o Brasil superar o trauma de nunca ter vencido um torneio Mundial.
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COPA DO MUNDO DE 1950 NO BRASIL

Poster da Copa de 1950 no Brasil
Seleção Uruguaia de 1950
Seleção Brasileira de 1950
COPA DO MUNDO DE 1950

O Brasil sedia a primeira Copa após a II Guerra Mundial, e constrói para o evento o Maracanã, no Rio de Janeiro, Tornando-se o maior Estádio do Mundo. Logo após a definição dos 16 classificados nas Eliminatórias, três países desistem e o torneio é disputado por apenas 13 seleções, de 24 de junho a 16 de julho. A maior atração na época era a Inglaterra, país considerado o inventor do futebol, que pela primeira vez aceita participar de uma Copa do Mundo, no entanto a Inglaterra não passa da primeira fase. O Brasil, na final contra o Uruguai tinha a vantagem do empate, sai na frente, mas os uruguaios viram o jogo. A vitória por 2 a 1 dá o bicampeonato da Copa do Mundo ao Uruguai, uma vez que já tinha sido campeão da primeira Copa do Mundo no Próprio Uruguai em 1930. O fiasco da seleção brasileira, apontado como favorito, fica conhecido como o “Maracanazzo”. Em 1950 só restou ao Brasil o consolo de ter o artilheiro da Copa, Ademir de Menezes, com 8 gols.

GRUPO A

Brasil 4 x 0 México
Iugoslávia 3 x 1 Suiça
Brasil 2 x 2 Suiça
México 1 x 4 Iugoslávia
Brasil 2 x 0 Iugoslávia
México 1 x 2 Suiça

GRUPO B

Chile 0 x 2 Inglaterra
EUA 1 x 3 Espanha
EUA 1 x 0 Inglaterra
Chile 0 x 2 Espanha
Inglaterra 0 x 1 Espanha
Chile 5 x 2 EUA

GRUPO C

Suécia 3 x 2 Itália
Paraguai 2 x 2 Suécia
Paraguai 0 x 2 Itália

GRUPO D

Uruguai 8 x 0 Bolívia

TURNO FINAL

Brasil 7 x 1 Suécia
Uruguai 2 x 2 Espanha
Brasil 6 x 1 Espanha
Uruguai 3 x 2 Suécia
Suécia 3 x 1 Espanha

URUGUAI 2 x 1 BRASIL

16 de Julho de 1950 (Maracanã – Rio de Janeiro)
Juiz: George Reader (Inglaterra)
Público: 179.000
Gol do Brasil: Friaça (2 minutos do 2º Tempo)
Gols do Uruguai: Schiaffino (21 minutos do 2º Tempo), Chiggia (34 minutos do 2º Tempo).
URUGUAI: Máspoli, Matias González e Tejera; Gambetta, Varela e Andrade; Chiggia, Pérez, Miguez, Schiaffino e Morán. Técnico: Jun López
BRASIL: Barbosa, Augusto e Juvenal; Bauer, Danilo e Bigode; Friaça, Zizinho, Ademir, Jair e Chico. Técnico: Flávio Costa.

Artilheiro da Copa de 1950: Ademir de Menezes com 8 gols (Brasil)
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O CAMPEONATO ESTADUAL 2010 TEM OITO EQUIPES CONFIRMADAS


O campeonato rondoniense da 1ª divisão 2010 será definido no próximo dia 27 de novembro na reunião do conselho técnico, quando serão tratados os detalhes para a disputa da competição.

O prazo estabelecido pelo departamento técnico da FFER, dia 19/10, para oficialização do clube através do Termo de Participação foi respeitado pelas as agremiações que entregaram o documento confirmando a participação no campeonato.

A Associação Desportiva Jaruense, da cidade de Jaru, está fora da competição. O diretor da agremiação Uelton Salomão enviou oficio a FFER na manhã de terça-feira (20) solicitando licenciamento da disputa do campeonato por dois anos. Mesmo tendo enviado o documento, o departamento técnico já havia considerado a agremiação como desistente, pois não havia confirmação do clube através do Termo de Participação no prazo estabelecido, ou seja, dia 19/10.

Com relação ao Ji-Paraná Futebol Clube, a participação da equipe no estadual de 2010, será oficializada, ou não, após a decisão do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), que irá julgar processo envolvendo o clube por deixar de comparecer a partida final da 2ª divisão 2009.

Fonte: FFER.com.br
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COPA DO MUNDO DE 1998 NA FRANÇA

Pôster da Copa do Mundo de Futebol de 1998 na França

Mascote da Copa do Mundo de Futebol de 1998 na França

Logomarca da Copa do Mundo de Futebol de 1998 na França

Copa do Mundo de 1998 na França

Em 98, A França tornou-se o sétimo país campeão de Copas jogando em casa. A conquista foi justa, pois os anfitriões tiveram o melhor ataque, defesa e jogador. 32 equipes participaram e 64 jogos foram disputados. Os oito grupos de quatro times cada um foram espalhados por toda a frança, entre os dez novos estádios. A partida inaugural e a final foram disputadas no esplêndido Estádio da França, construído recentemente, situado em Saint-Denis, ao norte de Paris. A partir da Copa da França foi introduzido o Gol de Ouro, a equipe que fizer o primeiro gol na prorrogação vence a partida.

Seleções participantes: 32

1. África do Sul
2. Alemanha
3. Arábia Saudita
4. Argentina
5. Áustria
6. Bélgica
7. Brasil
8. Bulgária
9. Camarões
10. Chile
11. Colômbia
12. Coréia do Sul
13. Croácia
14. Dinamarca
15. Escócia
16. Espanha
17. Estados Unidos
18. França
19. Holanda
20. Inglaterra
21. Irã
22. Itália
23. Iugoslávia
24. Jamaica
25. Japão
26. Marrocos
27. México
28. Nigéria
29. Noruega
30. Paraguai
31. Romênia
32. Tunísia

Seleções estreantes: 4 (17%) - África do Sul, Croácia, Jamaica e Japão

Brasil na Copa do Mundo de 1998

Delegação Brasileira; Taffarel, Cafu, Aldair, Júnior Baiano, Roberto Carlos, Dunga, César Sampaio, Rivaldo, Leonardo, Ronaldo, Bebeto, Carlos Germano, Gonçalves, André Cruz, Zé Carlos, Giovanni, Zé Roberto, Doriva, Denílson, Edmundo, Dida, Técnico Mário Jorge Lobo Zagallo.

O Brasil chegou empolgado à final, após uma boa campanha nas fases anteriores, mas a partida foi marcada pelo nebuloso acontecimento envolvendo o centroavante Ronaldo. Antes do jogo, ainda na concentração, Ronaldo sofreu uma convulsão e foi vetado para a partida. Uma escalação oficial foi divulgada com Edmundo no time titular. Levado ao hospital, nada foi constatado e Ronaldo pediu para ser escalado. O técnico Zagallo o atendeu. O Brasil teve um susto logo na primeira rodada do Mundial, perdeu por 2 x 1 para a Noruega. Nada muito grave, já que a seleção já estava classificada para a segunda rodada, depois de vencer a Escócia por 2 x 1 e o Marrocos por 3 x 0. Nas oitavas-de-final, foi a vez do Chile cair frente ao Brasil. 4 x 1, com dois gols de César Sampaio e dois de Ronaldo. Depois de passar pela Dinamarca na fase seguinte, por 3 x 2, a seleção chegou à semifinal, onde teve um confronto tenso e difícil com a Holanda, liderada pelo craque Denis Bergkamp.

Frente a 54 mil expectadores, que lotaram o estádio Velodrome, em Marselha, o Brasil encerrou o primeiro tempo com um gol de Ronaldo. Na etapa complementar, Patrick Kluivert igualou o marcador. A prorrogação terminou sem gols, nos pênaltis, deu Brasil, por 4 a 2. O caminho estava aberto para a segunda participação consecutiva do Brasil na final da Copa do Mundo.
A convulsão do "Fenômeno", defesa mais vazada, brigas e a maior derrota da seleção em mundiais, e na decisão, esses fatos marcaram a seleção brasileira.

França, Campeão da Copa do Mundo de 1998

Há 12 anos sem participar da competição, os franceses montaram uma ótima equipe. Liderada pela genialidade de Zinedine Zidane, os anfitriões conquistaram o inédito título ao bater o Brasil na final, por 3 a 0, no novo "Stade de France", com dois gols de Zidane e outro de Petit. A trajetória francesa incluiu uma suada vitória sobre o Paraguai, nas oitavas-de-final, por 1 a 0, e a eliminação da Itália, nas quartas, nos pênaltis. Na semi, um inspirado Lílian Thuram acabou com uma das surpresas da Copa, a Croácia, do artilheiro Davor Suker, depois de fazer uma perfeita campanha na fase de grupos, a final dos sonhos foi dos anfitriões franceses contra o campeão do momento, o Brasil, que tinha derrotado o Chile, a Dinamarca e a Holanda nas eliminatórias, em 12 de julho, chegou o dia da glória, como diz o hino nacional francês La Marseillaise. Com um gol de cabeça aos 27 minutos e outro nos minutos extras do primeiro tempo, o armador Zinedine Zidane deu dois golpes nos adversários brasileiros, dos quais não se recuperariam. Apesar de ficar com 10 homens em campo, depois da expulsão de Marcel Desailly aos 68 minutos, a fortaleza francesa não só resistiu à investida final do Brasil, mas também marcou outro gol após o contra-ataque de Emmanuel Petit no último minuto.

Tabela e jogos da Copa do Mundo

Primeira fase:

Grupo 1 – Brasil, Escócia, Marrocos, Noruega
Grupo 2 – Itália, Chile, Camarões, Áustria
Grupo 3 – Arábia Saudita, Dinamarca, França, África do Sul
Grupo 4 – Paraguai, Bulgária, Espanha, Nigéria
Grupo 5 – Coréia do Sul, México, Holanda, Bélgica
Grupo 6 – Iugoslávia, Irã, Alemanha, EUA
Grupo 7 – Inglaterra, Tunísia, Romênia, Colômbia
Grupo 8 – Argentina, Japão, Jamaica, Croácia

Oitavas-de-final:

Brasil 4 X Chile 1
Itália 1 x Noruega 0
França 1 x Paraguai 0
Dinamarca 4 x Nigéria 1
Holanda 2 x Iugoslávia 1
Alemanha 2 x México 1
Croácia 1 x Romênia 0
Argentina 2 x Inglaterra 2
Pênaltis: Argentina 4x3

Quartas-de-final:

Brasil 3 x Dinamarca 2
Holanda 2 x Argentina 1
França 0 x Itália 0 –
Pênaltis França 4x3
Croácia 3 x Alemanha 0

Semifinais:

Brasil 1 x Holanda 1 – Pênaltis Brasil 4x2
França 2 x Croácia 1

Disputa pelo terceiro lugar:

Croácia 2 x Holanda 1

Final:

França 3 x Brasil 0

Eliminatórias: 172 seleções
Classificados automaticamente: Brasil (último campeão) e França (país-sede)
Sede: França
Campeão: França - 1º título
Jogos: 64
Gols: 171
Média de gols: 2,67
Público: 2.785.100
Média de público: 43.517
Artilheiro: Davor Suker (Croácia) - 6 gols

O Brasil na Copa de 1998 na França: vice-campeão
7 jogos | 4 vitórias, 1 empate e 2 derrotas | 14 gols a favor e 10 gols sofridos | saldo de gols +4.

Curiosidades da Copa do Mundo

O Mundial de 1998 foi também a Copa da televisão. A audiência total dos jogos foi de 37 bilhões de espectadores, uma média de 578 milhões por jogo. A França venceu o Paraguai com o primeiro (e único até agora) gol de ouro da Copa do Mundo da FIFA, feito aos 113 minutos, feito pelo zagueiro central Laurent Blanc. Davor Suker (ganhador da chuteira de ouro). O marroquino Belqola, o primeiro africano a apitar em uma final da Copa do Mundo da FIFA.
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COPA DO MUNDO DE 1990 NA ITÁLIA


Copa do Mundo de 1990 na Itália

A Copa da Itália em 1990 é considerada a pior de todas. Detentora da menor média de gols e jogos sem a menor graça, incluindo a final com um magro 1 a 0, de pênalti, dos tricampeões alemães contra os argentinos.

O esquema tático dominante era a retranca, mesmo com a participação de craques como: Gullit, Van Basten, Maradona, Caniggia, Matthaeus, Roger Mila, Careca, Klinsmann e Voeller. O Brasil só ganhou pela diferença mínima. Desde 66, o Brasil não fazia campanha tão medíocre. Os jogadores de Camarões não tomaram conhecimento de Maradona e venceram os campeões mundiais por 1 a 0. A partida entre Camarões e Inglaterra foi considerada a melhor da Copa da Itália. As boas surpresas da Copa foram Camarões e Colômbia. Apenas as Copas de 70 e 90 tiveram nas quatro primeiras posições, quatro campeões mundiais. O curioso é que são consideradas a melhor e a pior Copa de todos os tempos.

Seleções participantes: 24

1. Alemanha Ocidental
2. Argentina
3. Áustria
4. Bélgica
5. Brasil
6. Camarões
7. Colômbia
8. Coréia do Sul
9. Costa Rica
10. Egito
11. Emirados Árabes Unidos
12. Escócia
13. Estados Unidos
14. Espanha
15. Holanda
16. Inglaterra
17. Irlanda
18. Itália
19. Iugoslávia
20. Romênia
21. Suécia
22. Tchecoslováquia
23. União Soviética
24. Uruguai

Seleções estreantes: 3 (13%) - Costa Rica, Irlanda, Emirados Árabes Unidos

Brasil na Copa do Mundo de 1990

Delegação Brasileira: Taffarel, Jorginho, Ricardo Gomes, Dunga, Alemão, Branco, Valdo, Careca, Mozer, Muller, Mauro Galvão, Bismark, Silas, Romário, Acácio, Aldair, Bebeto, Renato Gaúcho, Mazinho, Ricardo Rocha, Tita e Zé Carlos, Técnico Sebastião Lazaroni.

Foi a campanha mais decepcionante desde 66. Com um esquema tático tímido, Sebastião Lazaroni não levou o Brasil além das oitavas-de-final. A equipe passou pela primeira fase com três vitórias magras em Turim: 2 x 1 sobre a Suécia, 1 x 0 contra a Costa Rica e Escócia. Bastou uma jogada de Maradona, no final de Brasil x Argentina, para pôr Caniggia frente a frente com Taffarel, 1 x 0 e o Brasil estava fora.

Alemanha, Campeão da copa de 1990 na Itália
A final, a pior da história, foi uma revanche contra a Argentina. Vitória apertada por 1 a 0, graças a um pênalti (duvidoso) convertido por Brehme a seis minutos do fim deu a vitoria a seleção da Alemanha. Era a terceira final consecutiva dos alemães. A vitória foi um prêmio para dois líderes: Franz Beckenbauer no banco e Lothar Matthaus em campo. Foi uma das finais mais feias e violentas da história das Copas. O time argentino usou e abusou da "catimba" sul-americana para truncar o jogo. O zagueiro argentino Monzon foi expulso aos 19 minutos por jogo violento. A Alemanha conquistava o seu tricampeonato, igualando-se ao Brasil e à Itália.


Tabela e jogos da Copa do Mundo 1990

Primeira fase:

Grupo 1 - Itália, Áustria, Tchecoslováquia, Estados Unidos
Grupo 2 - Camarões, Argentina, Romênia, União Soviética
Grupo 3 - Brasil, Suécia, Costa Rica, Escócia
Grupo 4 - Colômbia, Emirados Árabes, Alemanha Ocidental, Iugoslávia
Grupo 5 - Bélgica, Coréia do Sul, Uruguai, Espanha
Grupo 6 - Inglaterra, Irlanda, Holanda, Egito

Oitavas-de-final:

Camarões 0 x Colômbia 0
prorrogação: Camarões 2x1
Tchecoslováquia 4 x Costa Rica 1
Argentina 1 x Brasil 0
Alemanha Ocidental 2 x Holanda 1
Irlanda 0 x Romênia 0
prorrogação:0x0 - Pênaltis: Irlanda 5x4
Itália 2 x Uruguai 0
Espanha 1 x Iugoslávia 1
prorrogação: Iugoslávia 1x0
Inglaterra 0 x Bélgica 0
prorrogação: Inglaterra 1x0

Quartas-de-final:

Argentina 0 x Iugoslávia 0
prorrogação: 0x0 - Pênaltis: Argentina 3x2
Itália 1 x Irlanda 0
Alemanha Ocidental 1 x Tchecoslováquia 0
Inglaterra 2 x Camarões 2
prorrogação: Inglaterra 1x0

Semifinais:

Argentina 1 x Itália 1
prorrogação: 0x0 Pênaltis: Argentina 4x3
Alemanha Ocidental 1 x Inglaterra 1
prorrogação: 0x0 Pênaltis: Alemanha 4x3

Disputa pelo terceiro lugar:

Itália 2 x Inglaterra 1

Final:

Alemanha Ocidental 1 x Argentina 0

Eliminatórias: 106 seleções
Classificados automaticamente: Argentina (última campeã) e Itália (país-sede)
Sede: Itália
Campeão: Alemanha Ocidental - 3º título
Jogos: 52
Gols: 115
Média de gols: 2,21
Público: 2.517.348
Média de público: 48.411
Artilheiro: Salvatore Schillaci (Itália) - 6 gols

O Brasil na Copa de 1990 na Itália: Eliminado nas oitavas-de-final - 9º lugar
4 jogos | 3 vitórias e 1 derrota | 4 gols a favor e 2 gols sofridos | saldo de gols +2.

Curiosidades:
Roger Milla, 38, se tornou o mais velho jogador a marcar um gol na história das Copas. O goleiro Walter Zenga, da Itália, bateu o recorde de minutos sem levar gol em Copas, do alemão Sepp Maier (475min, nas Copas de 74 e 78). Ficou 517min invicto, até a semifinal contra a Argentina (1 a 1). A Copa da Itália de 1990 reuniu, pela primeira vez, todos os times campeões mundiais (na época, Uruguai, Brasil, Inglaterra, Itália, Alemanha e Argentina).
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COPA DO MUNDO DE 1986 NO MÉXICO

CARTAZ: COPA DO MUNDO DE 1986 NO MÉXICO
ARGENTINA CONQUISTA SE 2º TÍTULO MUNDIA EM 1986

A Copa do Mundo de 1986 no México
A segunda Copa realizada no México consagrou Maradona. O craque levou um time mediano ao bicampeonato inquestionável em 86. Invicta, a equipe teve de enfrentar quatro campeões mundiais (Itália, Uruguai, Inglaterra e Alemanha). Don Diego fez cinco gols incluindo um gol de mão e o mais bonito das Copas na revanche moral contra os ingleses. Na copa que revelou a "Dinamáquina", o Brasil foi dirigido por Telê Santana. Desta vez a eliminação veio nos pênaltis para os franceses, que foram eliminados pelos alemães nas semifinais. De novo, os brilhantes Zico e Platini não conseguiram vencer uma Copa.

Seleções participantes: 24

1. AlemanhaOcidental
2. Argélia
3. Argentina
4. Bélgica
5. Brasil
6. Bulgária
7. Canadá
8. Coréia do Sul
9. Dinamarca
10. Escócia
11. Espanha
12. França
13. Hungria
14. Inglaterra
15. Iraque
16. Irlanda do Norte
17. Itália
18. Marrocos
19. México
20. Paraguai
21. Polônia
22. Portugal
23. União Soviética
24. Uruguai

Seleções estreantes: 3 (13%) - Canadá, Dinamarca e Iraque

Brasil na Copa do Mundo 1986

Delegação Brasileira: Carlos, Edson, Edinho, Junior, Casagrande, Careca, Julio César, Alemão, Branco, Sócrates, Elzo, Oscar, Falcão, Muller, Zico, Edivaldo, Paulo Victor, Josimar, Mauro Galvão, Silas, Valdo e Leão, Técnico Tele Santana

O técnico Evaristo de Macedo foi demitido duas semanas antes das eliminatórias, após derrotas em amistosos para Colômbia e Chile. Telê Santana voltou nos braços do povo e classificou facilmente o Brasil para a Copa, com sete jogadores de 82. No Mundial, porém, aquela equipe mostrou que sentia o peso do tempo. Cerezo foi cortado por contusão; Oscar barrado; Zico, Sócrates e Falcão tinham problemas físicos. A estréia foi dura: 1 x 0 sobre a Espanha, em que o juiz não viu um gol espanhol. No segundo jogo o Brasil venceu novamente por 1x0 agora o time da Argélia. No terceiro jogo, 3 x 0 sobre a Irlanda do Norte, no jogo que revelou o lateral Josimar. Passando para as oitavas de final o Brasil venceu de goleada a Polônia por 4x0. O jogo contra a França foi talvez, o melhor daquela Copa. Careca abriu o placar; Platini empatou. No segundo tempo, Branco sofreu pênalti. Bats defendeu a cobrança de Zico. Os dois times perderam varias chances de gol . O jogo acabou 1 x 1. Nos pênaltis, Sócrates, Júlio César e Platini erraram. A França venceu por 4 x 3.

Maradona comandou a equipe da Argentina na campanha vitoriosa do bicampeonato, na Copa de 1986.Foi a Copa de Diego Maradona. Praticamente sozinho, ele levou a medíocre seleção argentina ao bicampeonato. A taça começou a ser de Maradona nas quartas-de-final, contra a Inglaterra. Seus dois gols entraram para a história. No primeiro, enganou a todos ao desviar a bola com a mão. No segundo, driblou meio time inglês em arrancada de seu próprio campo. Mais um gol de placa contra a Bélgica, na semifinal, pôs os argentinos diante dos alemães ocidentais na decisão. Com 2 a 0 no placar a 35 minutos, a vitória parecia garantida. Com raça, a Alemanha empatou. Mas, logo em seguida, Maradona lançou Burruchaga, que fez o gol do título. Ninguém tiraria a Copa de Maradona. Maradona repetiu em 86 para a Argentina o que Garrincha, em 62 no Chile, e Pelé, em 70, no México, tinham feito para o Brasil. O craque inventou jogadas sensacionais e enlouqueceu seus marcadores, comandando as vitórias de seu time.

TABELA

Primeira fase:
Grupo 1 - Bulgária, Itália, Argentina, Coréia do Sul
Grupo 2 - México, Bélgica, Paraguai, Iraque
Grupo 3 - França, Canadá, URSS, Hungria
Grupo 4 - Brasil, Espanha, Argélia, Irlanda do Norte
Grupo 5 - Dinamarca, Escócia, Uruguai, Alemanha Ocidental
Grupo 6 - Marrocos, Polônia, Portugal, Inglaterra

Oitavas-de-final:

Bélgica 4 X 3 URSS
México 2 X 0 Bulgária
Brasil 4 X 0 Polônia
Argentina 1 X 0 Uruguai
França 2 X 0 Itália
Alemanha Ocidental 1 X 0 Marrocos
Inglaterra 3 X 0 Paraguai
Espanha 5 X 1 Dinamarca

Quartas-de-final:

França 1 X 1 Brasil (França venceu nos pênaltis: 4 X 3)
Alemanha Ocidental 0 X 0 México (Alemanha Ocidental venceu nos pênaltis: 4 X 1)
Argentina 2 X 1 Inglaterra
Bélgica 1 X 1 Espanha (Bélgica venceu nos pênaltis: 5 X 4)

Semifinais:

Alemanha Ocidental 2 X 0 França
Argentina 2 X 0 Bélgica

Disputa pelo terceiro lugar:

França 4 X 2 Bélgica

Final:

Argentina 3 X 2 Alemanha Ocidental

Eliminatórias: 121 seleções
Classificados automaticamente: Itália (última campeã) e México (país-sede)
Sede: México
Campeão: Argentina - 2º título
Jogos: 52
Gols: 132
Média de gols: 2,54
Público: 2.407.431
Média de público: 46.297
Artilheiro: Gary Lineker (Inglaterra) - 6 gols

O Brasil na Copa de 1986 no México: Eliminado nas quartas-de-final - 5º lugar. 5 jogos | 4 vitórias e 1 empate | 10 gols a favor e 1 gol sofrido | saldo de gols +9.

Curiosidades:
No começo da Copa, a Dinamarca era apontada como uma das favoritas, um time com futebol coletivo semelhante ao "carrossel" holandês de 74. Na primeira fase, o time dinamarquês, apelidado de "Dinamáquina", goleou o bom time do Uruguai por 6 a 1 e derrotou a poderosa Alemanha por 2 a 0. Mas, na fase seguinte, a máquina dinamarquesa emperrou e o time foi eliminado pela Espanha com uma goleada de 5 a 1. Neste jogo, o atacante espanhol Emilio Butragueño, "El Bugre", marcou quatro gols. A Copa do México marcou o fim de uma das maiores gerações de craques do futebol mundial. Seria a última Copa de Zico, Falcão, Junior, Sócrates, Reinaldo, Leandro e Toninho Cerezo para o Brasil, e de Platini, Tigana, Girese para a França, e de Rummenige para a Alemanha. O polonês Wladislaw Zmuda jogou 7min no Mundial apenas para igualar o recorde de partidas em Copa (21, do alemão Uwe Seeler). Entrou em campo quando seu time perdia de 4 a 0 do Brasil. Nas quartas-de-final, somente o jogo entre a Argentina e a Inglaterra não precisou ser decidido nos pênaltis.
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COPAS DO MUNDO DE FUTEBOL: HISTÓRICO DAS COPAS

COPAS DO MUNDO DE FUTEBOL: BREVE HISTÓRICO
Desde sua fundação, em 1904, a Fifa idealiza a realização de um torneio mundial de seleções. Vários congressos são realizados nesse período, mas não se chega a nenhuma definição. Apenas na década de 1920 os entendimentos avançam, e em 1927 acerta-se a realização da Copa do Mundo em 1930. Seis países se oferecem para sediar o encontro: Espanha, Holanda, Hungria, Itália, Suécia e Uruguai. A escolha é feita no ano seguinte, durante a disputa das Olimpíadas de Amsterdã. Então campeão olímpico, o Uruguai é escolhido para receber o primeiro torneio mundial de futebol. Dias depois, conquistaria o bicampeonato olímpico.

Copa de 1930 – Treze seleções atendem ao convite da Fifa e da Associação Uruguaia de Futebol e participam da primeira Copa do Mundo. Apenas quatro seleções são européias: França, Iugoslávia, Romênia e Bélgica – as demais alegam impossibilidade de viajar de navio por cerca de um mês para disputar o torneio. Os 18 jogos, de 13 a 30 de julho, são disputados na capital Montevidéu. Os donos da casa conquistam o primeiro título mundial da história ao vencer a Argentina por 4 a 2, de virada. O argentino Stabile, autor de um dos gols na final, é o artilheiro da competição, com oito gols. O Brasil, por causa de brigas entre os dirigentes, deixa de contar com 14 jogadores que atuam no futebol paulista, e acaba eliminado na primeira fase, terminando na sexta colocação.

Copa de 1934 – A segunda Copa do Mundo é realizada na Itália, governada por Benito Mussolini, de 27 de maio a 10 de julho. Pela primeira vez são disputadas Eliminatórias para definir os 16 participantes. O Uruguai não participa, em represália à ausência maciça dos europeus quatro anos antes. A Copa é disputada em eliminatória simples. Os italianos são campeões numa difícil decisão contra a Tchecoslováquia. Os 55 mil torcedores que lotavam o Estádio Nacional do Partido Fascista, em Roma – entre eles Mussolini –, só comemoram o título após 120 minutos de jogo, com a vitória por 2 a 1, de virada. O checo Nejedly termina como artilheiro, com cinco gols. O Brasil mais uma vez é prejudicado pelas brigas internas. Sem vários jogadores que se haviam profissionalizado no ano anterior, a seleção, oficialmente ainda "amadora", perde para a Espanha por 3 a 1, logo na estréia, e é eliminada, amargando o 14º lugar.

Copa de 1938 – A França organiza a primeira Copa em que o país-sede e o atual campeão se classificam automaticamente. O número de participantes cai para 15 após a anexação da Áustria pela Alemanha, em março de 1938. A Inglaterra rejeita o convite para ocupar o lugar dos austríacos e a Suécia, que seria adversária da Áustria, garante vaga automaticamente nas quartas-de-final. A Copa é realizada de 4 a 19 de junho. A favorita Itália conquista o bicampeonato com uma vitória por 4 a 2 sobre a Hungria. Na véspera da final, os jogadores recebem de Mussolini um telegrama com a frase "Vencer ou morrer". O Brasil pela primeira vez manda seu melhor time a um Mundial, e chega às semifinais, onde é superado pela Itália por 2 a 1, graças a um pênalti controvertido de Domingos da Guia em Piola (o brasileiro revidara uma agressão). A vitória de 4 a 2 sobre a Suécia dá ao Brasil o terceiro lugar. O brasileiro Leônidas da Silva é o artilheiro, com oito gols.

Copa de 1950 – O Brasil sedia a primeira Copa após a II Guerra Mundial, e constrói para a festa o Maracanã, maior estádio do mundo. Após a definição dos 16 classificados nas Eliminatórias, três países desistem e o torneio é disputado por apenas 13 seleções, de 24 de junho a 16 de julho. A atração é a Inglaterra, inventora do futebol, que pela primeira vez aceita medir forças com outras seleções. Para o quadrangular final, classificam-se Brasil, Uruguai, Suécia e Espanha. O Brasil estréia com goleada de 7 a 1 sobre a Suécia, enquanto os uruguaios empatam com a Espanha por 2 a 2. Na segunda rodada, os espanhóis também são goleados pelo Brasil, 6 a 1, enquanto o Uruguai derrota a Suécia por 3 a 2. Na final, contra os uruguaios, o Brasil tem a vantagem do empate, sai na frente, mas os uruguaios viram o jogo. A vitória por 2 a 1 dá o bicampeonato ao Uruguai. O fiasco do time brasileiro, apontado como favorito por toda a torcida, fica conhecido como "Maracanazzo". Resta o consolo de ter o artilheiro, Ademir de Menezes, com nove gols.

Copa de 1954 – A Copa é realizada na Suíça, de 16 de junho a 4 de julho. Quem brilha é a seleção da Hungria, que dois anos antes havia sido campeã olímpica. Mas o título acaba com a Alemanha Ocidental, que na fase de classificação, com um time reserva, é goleada por 8 a 3 pelos húngaros. Na decisão, a Hungria sai na frente, com dois gols em oito minutos. A Alemanha, mais forte fisicamente, reage e consegue a virada, fechando a decisão em 3 a 2. O húngaro Kocsis termina como artilheiro, com 11 gols. O Brasil faz campanha apenas regular, na primeira Copa em que disputa Eliminatórias e que joga com a camisa amarela – a branca usada antes fora aposentada após o "Maracanazzo" de 1950. O time estréia, goleia o México por 5 a 0 e empata por 1 a 1 com a Iugoslávia. Na fase eliminatória, não resiste ao belo futebol dos húngaros – perde por 4 a 2 e acaba em sexto lugar.

Copa de 1958 – Pela primeira vez, os habitantes do país-sede, a Suécia, podem assistir aos jogos ao vivo pela TV. A Copa é disputada de 8 a 29 de junho. O Brasil é campeão pela primeira vez, sob o comando de Pelé e Garrincha, gênios que haviam começado a competição no banco de reservas. O jogo mais difícil da seleção é contra o retrancado time de País de Gales, nas quartas-de-final: 1 a 0, com gol de Pelé no segundo tempo. Nas semifinais, a forte seleção da França, famosa por seu poder ofensivo, é goleada por 5 a 2, naquela que é considerada a final antecipada. Na decisão de fato, com camisas azuis, o Brasil goleia a Suécia, também por 5 a 2. O francês Fontaine termina a competição com 13 gols, tornando-se até hoje o maior artilheiro em uma edição de Copa do Mundo.

Copa de 1962 – O Chile, país-sede, é atingido dois anos antes por um forte terremoto, de 8,3 graus na escala Richter. A Fifa estuda a mudança de sede, mas recua graças à mobilização do povo chileno. A Copa é disputada de 31 de maio a 19 de junho. Pela última vez, a Fifa permite que um jogador que já tenha atuado por uma seleção possa defender outro país. A Itália escala o brasileiro Mazzola, campeão do mundo quatro anos antes, e a Espanha convoca Puskas, ídolo da Hungria que encantara o planeta em 1954. O Brasil confirma o favoritismo e conquista o bicampeonato, mesmo sem Pelé, que se contunde no empate em 0 a 0 com a Tchecoslováquia, na segunda partida. Na fase decisiva, Garrincha brilha por si próprio e pelo ausente Pelé. Marca quatro gols nos jogos contra Inglaterra e Chile e, mesmo gripado na decisão, contra a Tchecoslováquia, ajuda a prender a marcação adversária. O Brasil é bicampeão ao vencer por 3 a 1. O iugoslavo Jerkovic termina como artilheiro da Copa, com cinco gols.

Copa de 1966 – A Inglaterra joga em casa e se torna campeã mundial pela primeira vez, na Copa disputada de 11 a 30 de julho. A conquista é cercada de polêmica, desde as quartas-de-final, quando o time vence a Argentina por 1 a 0 – o capitão argentino, Rattín, é expulso e sai de campo fazendo com as mãos o sinal de roubo, em frente ao camarote da Rainha Elizabeth II. Na decisão, os ingleses vencem a Alemanha Ocidental por 4 a 2, na prorrogação – no terceiro gol inglês, marcado por Hurst, a bola bate no travessão e cai fora da meta, mas o juiz valida o gol. O moçambicano Eusébio, que defendia a seleção de Portugal, é o artilheiro da Copa, com nove gols. O Brasil dá vexame e cai na primeira fase. A vitória por 2 a 0 sobre a Bulgária, na estréia, marca a última partida de Pelé e Garrincha juntos pela seleção.

Copa de 1970 – A Copa é realizada no México, de 31 de maio a 16 de junho, com a estréia dos cartões amarelo e vermelho e das substituições de jogadores, até então proibidas em partidas oficiais. Pela primeira vez, o Brasil acompanha os jogos ao vivo, via satélite – ainda, porém, em preto-e-branco. O Brasil se recupera do fiasco de quatro anos antes e conquista o tricampeonato com a melhor campanha vista até então: seis jogos, seis vitórias. Nas semifinais, vinte anos depois do "Maracanazzo", o Brasil se vinga do Uruguai, vencendo por 3 a 1, de virada. Na decisão contra a Itália, o Brasil goleia por 4 a 1 e assegura a posse definitiva da Taça Jules Rimet, por ser a primeira seleção a conquistar três vezes a Copa do Mundo. O alemão Müller é o artilheiro, com dez gols.

Copa de 1974 – Na Alemanha Ocidental, entra em disputa a Copa Fifa, em substituição à Jules Rimet conquistada pelo Brasil. Pela primeira vez, o país-sede oferece o direito de abrir a Copa do Mundo para o atual campeão. A Copa é disputada de 13 de junho a 7 de julho. Em campo, a Holanda mostra o melhor futebol, mas o título fica com a Alemanha Ocidental. Assim como vinte anos antes, os alemães ocidentais conquistam o título com uma derrota, 1 a 0 diante da Alemanha Oriental, na primeira fase. Na decisão, contra os holandeses, o time da casa mostra paciência: sai atrás no marcador, após sofrer um gol de pênalti logo no primeiro minuto, e consegue a virada ainda no primeiro tempo. O Brasil, sem Pelé, decepciona. Sofre para se classificar para a segunda fase e pára na força da Holanda. Derrotado por 1 a 0 pela Polônia, fica em quarto lugar. O polonês Lato é o artilheiro da Copa, com sete gols.

Copa de 1978 – A Argentina sedia a Copa do Mundo, de 1o a 25 de junho, e conquista o título sob a sombra das pressões do regime militar que governava o país na época. Consegue a vaga para a final ao golear o Peru por 6 a 0 – era necessário golear os peruanos por pelo menos quatro gols de diferença. Como goleiro, o Peru escala Quiroga, argentino de nascimento. Surge a suspeita de suborno, jamais confirmada. Horas antes, o Brasil vencera a Polônia por 3 a 1. Na decisão, contra uma Holanda que não repetia o brilho da Copa anterior, a Argentina vence por 3 a 1, na prorrogação, e leva o título. O atacante Kempes marca duas vezes na decisão e se torna o artilheiro da Copa, com seis gols. O Brasil termina em terceiro lugar, invicto, o que leva o técnico Cláudio Coutinho a proclamar a seleção "campeã moral".

Copa de 1982 – Na Copa da Espanha, a Fifa aumenta o número de participantes para 24 seleções, atendendo a pedidos dos continentes de menos tradição. Com isso, o número de jogos aumenta de 38 para 52, e a duração da Copa chega a quase um mês – de 13 de junho a 11 de julho. A Itália conquista o tricampeonato, depois de um início irregular: na primeira fase, obtém três empates e elimina Camarões por ter marcado um gol a mais. Seu futebol começa a aparecer na segunda fase, quando vence a Argentina por 2 a 1 e elimina o Brasil, até então a seleção mais brilhante da Copa, com uma vitória por 3 a 2. Garante o título ao bater por 3 a 1 a Alemanha Ocidental, que, nas semifinais, derrotara a França na primeira disputa por pênaltis da história das Copas. O atacante Paolo Rossi, autor dos três gols na vitória contra o Brasil, é o artilheiro do Mundial, com seis gols. A seleção brasileira mostra o futebol mais vistoso, mas acaba apenas na quinta posição.

Copa de 1986 – A Colômbia, que fora escolhida sede na década de 1970, abdica da organização em 1982. O México é escolhido como sede – pela primeira vez um país recebe a Copa pela segunda vez. A Argentina conquista o bicampeonato com campanha quase perfeita. A partir das quartas-de-final, brilha a estrela de Maradona, que marca duas vezes na vitória de 2 a 1 contra a Inglaterra – uma com a mão, no gol que ele diria, anos depois, ter marcado com "a mão de Deus", e outro após driblar meio time adversário desde seu próprio campo. Na decisão, a Argentina derrota a Alemanha Ocidental por 3 a 2. O Brasil começa bem a competição, vencendo seus quatro primeiros jogos, mas não passa pela França, nas quartas-de-final. O jogo termina empatado em 1 a 1 após 120 minutos. Nos pênaltis, os franceses vencem por 4 a 3 e ficam com a vaga nas semifinais, deixando o Brasil novamente na quinta colocação.

Copa de 1990 – Após 56 anos, a Itália volta a sediar a Copa do Mundo, e se apresenta como favorita, mas o título acaba com a Alemanha Ocidental, que conquista o tricampeonato na última Copa antes da reunificação. Os alemães mostram um futebol eficiente, mas sem muito brilho. É um símbolo da Copa, que tem a menor média de gols de todas as Copas – 2,21 tentos por partida. Na decisão, os alemães vencem a Argentina por 1 a 0, gol de pênalti marcado por Brehme – pela primeira vez, uma final de Copa não tem as duas seleções marcando gols. A Itália fica apenas com o terceiro lugar, após ser eliminada pela Argentina nas semifinais, na disputa de pênaltis. O atacante italiano Schilacci termina como artilheiro, com seis gols. O Brasil obtém três vitórias pouco convincentes na primeira fase, contra Suécia (2 a 1), Costa Rica (1 a 0) e Escócia (1 a 0). Nas oitavas-de-final, é eliminado pela Argentina, que vence por 1 a 0. Após a partida, o lateral Branco declara ter bebido água "de gosto estranho" oferecida pelo massagista argentino. No início de 2005, o caso volta à tona e a CBF pede à Fifa que investigue eventuais irregularidades ocorridas na partida.

Copa de 1994 – A Copa é disputada nos Estados Unidos, num novo esforço da Fifa para popularizar o futebol no país mais rico do mundo. A amplitude territorial do país e a realização dos jogos no início da tarde, sob forte calor, para privilegiar as transmissões de televisão na Europa, viram alvo de críticas de jogadores e técnicos. O Brasil torna-se a primeira seleção a conquistar quatro vezes a Copa do Mundo. Na primeira fase, vence a Rússia por 2 a 0 e Camarões por 3 a 0, antes de empatar por 1 a 1 com a Suécia. Nas oitavas-de-final, derrota a seleção dos Estados Unidos por 1 a 0, em pleno feriado de 4 de Julho, Dia da Independência norte-americana. Bate depois a Holanda, por 3 a 2, e a Suécia, por 1 a 0. Contra a Itália, ocorre o primeiro empate sem gols numa final de Copa do Mundo. Na decisão por pênaltis, o Brasil vence por 3 a 2 e ganha o tetracampeonato. Romário é o destaque da seleção brasileira. O búlgaro Stiochkov e o russo Salenko dividem a artilharia, com seis gols cada um.

Copa de 1998 – A Fifa promove novo inchaço na Copa, aumentando-a para 32 seleções. O número de jogos sobe para 64. A França volta a sediar a Copa do Mundo, sessenta anos depois, e conquista pela primeira vez o título, liderada pelo meia Zidane, que marca dois gols na vitória por 3 a 0 sobre o Brasil, na decisão. Os franceses ganham a Copa invictos, com apenas um empate – nas quartas-de-final, elimina a Itália na disputa de pênaltis –, o melhor ataque (15 gols marcados) e a melhor defesa (2 gols sofridos). O artilheiro é o croata Suker, que, com seis gols, leva sua seleção, estreante em Copas, à terceira colocação. O Brasil tem seu auge nas semifinais, quando derrota a Holanda por 4 a 2, nas penalidades, após empate por 1 a 1 no tempo normal. No dia da final, Ronaldo, destaque do Brasil, sofre uma convulsão horas antes do jogo, mas tem sua participação liberada pelos médicos.

Copa de 2002 – A primeira Copa realizada na Ásia é também a primeira a ser disputada simultaneamente em dois países, Coréia do Sul e Japão. Cada país recebe exatamente metade dos jogos – a abertura é feita em território coreano e a decisão, em japonês. O Brasil ganha o pentacampeonato com campanha perfeita: sete vitórias em sete jogos. Estréia com vitória por 2 a 1 sobre a Turquia. Depois, goleia a estreante China, por 4 a 0, e a Costa Rica, por 5 a 2. Em sua partida mais difícil, derrota a Bélgica por 2 a 0. Nas quartas-de-final, bate a Inglaterra por 2 a 1, de virada. Vence novamente a Turquia, por 1 a 0, e supera na final a Alemanha, por 2 a 0. Ronaldo, autor dos dois gols da decisão, consagra-se artilheiro, com oito gols, e recupera a reputação de craque, após passar mais de dois anos em recuperação por causa de duas cirurgias seguidas no joelho direito.

Copa de 2006 – 32 anos depois a Alemanha é, mais uma vez, a sede da Copa do Mundo. A Itália sagra-se campeã, totalizando 4 títulos mundiais. O Brasil perde para a França nas quartas de finais por 1 a 0.

Copa de 2010 – Pela primeira vez o continente africano recebe uma competição de elevado nível como a Copa do Mundo. A África do Sul será palco do maior evento esportivo do Mundo.

Copa de 2014 – 64 anos depois do “Maracanazzo”, o Brasil será a sede da Copa do Mundo, dois anos antes do Rio de Janeiro sediar as Olimpíadas e Paraolimpíadas.
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O MOTO ESPORTE CLUBE É CAMPEÃO DA 2ª DIVISÃO 2009 POR WO

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A decisão da FFER
O departamento técnico da FFER no uso de suas atribuições legais divulgou portaria na tarde desta segunda-feira (19/10) declarando o Moto Esporte Clube campeão do V Campeonato Rondoniense de Futebol da 2ª Divisão.

Ainda de acordo com o documento, o Ji-Paraná Futebol Clube fica impedido preventivamente de participar das competições subseqüentes promovidas pela FFER, até decisão final do TJD.

Fonte: http://www.ffer.com.br/
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VISITANTES 2009

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